AMOR E EGOISMO
O amor é gentil
e, ao chegar,
pede licença
dizendo:
posso entrar?
Suave e delicado,
sutil qual um perfume,
faz sentir sua presença,
mas penetra sem forçar.
O amor
não tem ciúmes,
não duvida,
não reclama,
ele nunca se permite,
ser fingido ou enganar.
É fiél e solidário
dando paz e harmonia,
na saúde e na doença,
na tristeza e na alegria.
O amor é verdadeiro,
é leal e sempre amigo,
e, ao chegar,
pede licença
dizendo:
posso entrar?
Suave e delicado,
sutil qual um perfume,
faz sentir sua presença,
mas penetra sem forçar.
O amor
não tem ciúmes,
não duvida,
não reclama,
ele nunca se permite,
ser fingido ou enganar.
É fiél e solidário
dando paz e harmonia,
na saúde e na doença,
na tristeza e na alegria.
O amor é verdadeiro,
é leal e sempre amigo,
e jamais nos abandona
em momentos de perigo.
Pelos frutos que produz,
no amor se pode crer
e a ele se entregar
sem receio de o perder.
O egoísmo, porém,
é atrevido,
é ousado e exigente
mas, contudo, sedutor.
Aparenta o que não é,
não assume compromissos,
quando há necessidade,
faz de conta que não vê.
Ele invade o seu espaço,
Mas não sabe querer bem,
pede beijos, quer abraços,
mas não gosta de ninguém.
Sempre acha que é o tal
e adora o tempo inteiro
ser o centro do universo
e, também, ser o primeiro.
Mas bajula, fica perto,
quando isso lhe convém.
mas não gosta de ninguém.
Sempre acha que é o tal
e adora o tempo inteiro
ser o centro do universo
e, também, ser o primeiro.
Mas bajula, fica perto,
quando isso lhe convém.
ao profano não condiz
pisar o solo sagrado
e penetrar o sacrário.
Ao egoísmo conceda,
o seu lugar de aprendiz
e o amor, pelo contrário,
deixe entrar e ser feliz.
Eliana Mumic Ferreira
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