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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

INFINITUDE


 
 
Diante do mar
sentí-me, de repente,
um grão de areia,
olhando a imensidade
e o mar, ao me sentir,
falolu comigo:
julgar-se,
desse modo,
é o castigo
de quem não percebeu
sua verdade.
Eu tenho minhas gotas,
disse ele,
e até na mais pequena
eu existo,
com todas as virtudes
do meu ser.
Também, és uma gota
do infinito
e tens, dentro de ti,
os requesitos
de quem te imaginou
para viver.
 
Eliana Mumic Ferreira
 

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A poesia de Eliana Mumic Ferreira

 
INFINITUDE

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